Médio brasileiro foi lançado no onze inicial para o jogo de Chaves, que os dragões venceram por 4-0.
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Análise do jogo: “O Chaves não é muito uma equipa de transições. Queria aproveitar de certa forma algum espaço deixado pela nossa equipa quando estivéssemos em ataque continuado, e eles deixavam outras unidades perigosas, rápidas e com critério na saída. Estivemos sempre equilibrados. Cada vez que chegámos à baliza com perigo sabíamos que era preciso meter mais gente no corredor central. Foi por aí a chave desta vitória, sabendo as características da nossa equipa. Uma equipa vertical, objetiva. Sabíamos da qualidade, posse e circulação de bola do Chaves. Preparámos o jogo da melhor forma. Os golos são consequência do bom trabalho da equipa”.
Titularidade de Otávio: “O objetivo era criar desconforto no Chaves. Naturalmente que era esse o objetivo. Numa fase inicial do momento defensivo, o Otávio, que estava mais perto do Tiquinho [Soares], era mais um médio. Isso foi feito muito bem, em muitos momentos do jogo, e depois temos gente com qualidade para perceber que, quando chegamos ao último terço, fazemos golos e ferimos o adversário. Fizemos o jogo nesse sentido, muito acima da média. Estou muito contente com o desempenho de todos. O Otávio não jogava há algum tempo, o Maxi não jogava há três jogos. Estão todos comprometidos, isto é arranjar soluções, e continuar a nossa caminhada”.
Alterações no onze: “Não fiz gestão, utilizei o melhor onze para hoje. O melhor onze é o que me dá mais garantias, por questões físicas, por momentos de forma. Tenho sempre opções e, como vi este jogo para Chaves, achei que era importante a entrada do Maxi, do Otávio… O nosso grande objetivo é o campeonato. Da minha parte, não é hábito pensar noutros jogos, a não ser naquele em que estamos focados”.
Fonte: ojogo.pt