Alexandre Pinto da Costa não chegou a ser julgado esta quarta-feira, no Tribunal de São João Novo, Porto, sob acusação de crime de ameaça. O filho do presidente do F. C. Porto era também queixoso e chegou a acordo com os demais arguidos, por difamação.
Mediante desistências de queixas mútuas e pedidos de indemnização, o processo acabou extinto antes de todos entrarem para a sala de audiências. Em causa estavam crimes de ameaça, ofensa à integridade física e difamação, no contexto de um episódio envolvendo a transferência do futebolista Rolando, do F. C. Porto para um clube italiano.
“As partes entenderam-se e esclareceram um incidente que aconteceu há quatro anos. Era um problema entre três homens. Não há dinheiro envolvido. Na altura não conseguiram alcançar entendimento num negócio, mas entenderam-se agora”, explicou Nuno Cerejeira Namora, advogado de Alexandre Pinto da Costa no caso, adiantando que os desavindos reencontraram-se “e abraçaram-se”.
A empresa de intermediação de jogadores de Alexandre Pinto da Costa interveio na transferência daquele futebolista, em cujas negociações também estiveram envolvidos os arguidos Paulo Teixeira e José Pinho.
Fonte: JN.PT