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E-Toupeira: “Dificilmente há prova tão vasta ou cristalina como neste caso”, diz procurador

Procurador Valter Alves falou aos jornalistas no Tribunal Central de Instrução Criminal.

O procurador Valter Alves, responsável pelo despacho de acusação no processo E-Toupeira, falou aos jornalistas após o arranque do debate instrutório, esta segunda-feira, e referiu que, “para o Ministério Público continua a não haver dúvidas nenhumas” e que “todos os crimes de corrupção foram cometidos”.

“Nas alegações finais só não há provas diretas do acordo entre Paulo Gonçalves e os funcionários de justiça. Mas a existência do mesmo retira-se dos atos que os arguidos praticaram”, acrescentou Valter Alves, prosseguindo:

“Os arguidos aceitaram as ofertas. A SAD do Benfica, por intermédio, de Paulo Gonçalves, aceitou as informações que ia recebendo, que funcionava como uma recompensa para os mesmos continuarem a dar informações. Em casos de corrupção dificilmente há prova tão vasta ou cristalina como neste caso”, rematou o procurador, assinalando que “declarações vagas e fugidias” dos arguidos marcaram a fase de instrução do processo E-Toupeira.

Fonte: Ojogo.pt


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