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«Não há noite em que não sinta a bola do Kelvin passar no meu dedo»


«Não há uma noite em que não sinta aquela bola passar no meu dedo. Não tem uma noite que não durma sem sentir aquela bola que por um minuto decidiu tudo. Teoricamente éramos campeões e a história poderia ser diferente. Mas não cheguei porque sou humano, e não por não querer. Não cheguei porque a bola fez uma curva de fora para dentro. Faltou meio centímetro de dedo. Ela resvala na minha mão. É daqueles momentos que não esquecemos jamais», assume Artur.

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