Voltar ao feed
Futebol abola.pt

Farioli e a reviravolta do FC Porto em Rio Maior: «Contra tudo e contra todos» antes do Clássico

Depois de golear o Casa Pia por 4-1, Francesco Farioli elogiou a frieza dos dragões perante as contrariedades e apontou o dedo às transições defensivas antes da receção ao Benfica.
Farioli e a reviravolta do FC Porto em Rio Maior: «Contra tudo e contra todos» antes do Clássico
Foto: Renan Braz / Pexels

Se estavas à espera de ver o FC Porto abalar após o susto inicial em Rio Maior, a resposta de Francesco Farioli e da sua equipa foi categórica. Frente ao Casa Pia, na 6.ª jornada da I Liga, os dragões viram-se em desvantagem praticamente na primeira aproximação dos gansos à sua baliza, mas não perderam o rumo: deram a volta ao texto antes do descanso e carimbaram uma goleada convincente por 4-1, mantendo a liderança isolada antes do clássico com o Benfica.

Reação madura e «episódios muito estranhos»

Questionado sobre se o triunfo portista teve contornos de «contra tudo e contra todos», o treinador italiano não hesitou em subscrever a ideia. Farioli recordou os minutos inaugurais, nos quais o FC Porto acertou na barra e acumulou boas oportunidades, antes de sofrer um golo num lance adverso e com contornos atípicos.

«Sim, de certa forma sim. Ficar em desvantagem num jogo em que, nos primeiros 10 a 15 minutos, tivemos bastante boas oportunidades, uma bola na barra e, na primeira ou segunda vez que eles subiram, sofremos um golo. Também com alguns episódios muito estranhos lá pelo meio, por isso a reação foi positiva», sublinhou o técnico, destacando que a equipa «não perdeu a cabeça» e cumpriu a missão de restabelecer o controlo do marcador ainda antes da ida para as cabinas.

O laboratório das bolas paradas continua a render

Mais uma vez, os lances de estratégia revelaram-se letais para desbloquear o encontro. O técnico dos azuis e brancos fez questão de assumir esse trabalho com vaidade, lembrando que a eficácia nos cantos e livres não cai do céu, mas sim de muitas horas de treino no Olival.

«Para mim, isso é motivo de orgulho, é definitivamente uma ferramenta que tínhamos na época passada e que estamos a transportar para esta época. Dedicamos muito tempo nos treinos e os jogadores acreditam muito no que fazem», explicou o treinador portista, valorizando a concentração dos seus atletas tanto no momento ofensivo como na segurança defensiva.

Erros nas transições e o muro chamado Diogo Costa

Apesar da vitória folgada e do impacto positivo dos suplentes na etapa complementar, Farioli não escondeu que há arestas a limar com urgência, sobretudo a pensar no embate da próxima ronda diante dos encarnados. O treinador alertou para as perdas de bola evitáveis que permitiram contra-ataques perigosos ao Casa Pia, frisando que valeu a presença de um guarda-redes de elite para evitar dissabores maiores.

«As duas ou três transições que concedemos aconteceram devido a erros bastante grandes da nossa parte: passes errados e decisões muito más. Conseguimos gerir em boas condições, com superioridade, e claro que o Diogo nos ajudou num par de situações. É algo de que temos de estar muito mais cientes», avisou Farioli, consciente de que um clássico exige margem zero de distração.

Redigido com apoio de IA · revisto pela redacção do Super Portistas

Escolha o Super Portistas - A Voz dos Adeptos do FC Porto como fonte preferida no Google Escolher

Notícias semelhantes

Comentários

Partilha a tua opinião com outros Super Portistas

0 comentários

Inicia sessão para participar na conversa.

A carregar comentários…

Ainda não há comentários

Sê o primeiro a comentar!