FC Porto junta equipa B no Olival e internacionais só chegam na quinta-feira
Se pensavas que a paragem para os compromissos internacionais trazia dias calmos ao Olival, desengana-te. O FC Porto voltou ao trabalho esta segunda-feira, no Centro de Treinos Jorge Costa, com vista grossa para a deslocação aos Barreiros, onde defronta o Marítimo na oitava jornada do campeonato. Contudo, entre ausências ao serviço das respetivas seleções e uma enfermaria bem preenchida, o relvado parecia quase vazio de caras do plantel principal.
Sessão conjunta para contornar as ausências
Depois de dois dias de descanso concedidos após a vitória por 3-1 no particular frente ao Deportivo da Corunha, em Riazor, a equipa técnica optou por repetir a fórmula da semana passada: juntar o plantel principal à equipa B, comandada por João Brandão. Esta fusão temporária permitiu manter a intensidade nos exercícios e dar ritmo competitivo a quem ficou na Invicta.
A dispersão é enorme e a lista de jogadores cedidos às seleções obriga a gerir o calendário com pinças. Ao todo, são nove os nomes chamados: Diogo Costa e João Afonso (este pelos sub-21 de Portugal), a dupla polaca Bednarek e Kiwior, Froholdt (Dinamarca), Pablo Rosario (República Dominicana), Hwang (Coreia do Sul), Santiago Giménez (México) e Dominik Prpic (sub-21 da Croácia). Todos estes atletas só têm regresso marcado aos trabalhos no Olival na próxima quinta-feira, ficando com uma margem mínima de preparação antes de subirem ao relvado no Funchal.
Boletim clínico carregado e pouco tempo de manobra
Como se não bastasse a debandada internacional, os cuidados médicos continuam a tirar o sono à estrutura azul e branca. Oito jogadores limitaram-se a cumprir treino condicionado: João Costa, Nehuén Pérez, Martim Fernandes, Zaidu, Seko Fofana, Vasco Sousa, Gabri Veiga e André Miranda continuam sob vigilância do departamento de saúde.
Com o embate diante do Marítimo marcado para o próximo sábado, às 18h00, o FC Porto terá praticamente apenas dois treinos com o grupo completo para afinar os últimos detalhes táticos. A gestão do esforço e o impacto das viagens dos internacionais serão fatores cruciais se os dragões quiserem regressar da Madeira com os três pontos no bolso.
Redigido com apoio de IA · revisto pela redacção do Super Portistas
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