Mercado do FC Porto: vaga de Mora em avaliação e Santiago Giménez em ponto morto
A reta final da janela de transferências está a obrigar a estrutura do FC Porto a afinar a mira para os últimos retoques no plantel de Francesco Farioli. Com a saída consumada de Rodrigo Mora rumo à AS Roma, abriu-se uma vaga no setor intermediário que a SAD liderada por André Villas-Boas está agora a avaliar. O plano passa por manter o radar ligado a eventuais oportunidades de negócio de baixo custo até ao fecho do mercado, numa fase que é puramente de prospeção e sem negociações ativas no terreno.
Proposta por Giménez esbarra nas exigências do Milan
Se para o miolo o cenário é de pura observação, a busca por um homem de área conheceu um travão abrupto. As conversas com o AC Milan por Santiago Giménez entraram em ponto morto depois de os italianos terem recusado a abordagem inicial dos dragões. O FC Porto colocou em cima da mesa um empréstimo sem custos com opção de compra fixada nos 15 milhões de euros — que se tornaria obrigatória mediante determinados objetivos —, mas os rossoneri consideraram a oferta insuficiente.
O emblema de Milão pretende reaver parte do investimento de 32 milhões de euros feito junto do Feyenoord e exige uma taxa de cedência imediata, além de uma opção de compra total situada entre os 20 e os 25 milhões de euros. O internacional mexicano já recuperou da lesão contraída no Mundial e não entra nas opções prioritárias em San Siro, mas as distâncias financeiras ditaram a suspensão das conversações.
Outras pistas em análise para o ataque
Perante a intransigência milanesa, os responsáveis azuis e brancos não perderam tempo e começaram a explorar alternativas noutros mercados. A prioridade imediata da SAD continua a ser a entrega de um novo ponta de lança a Francesco Farioli antes do fecho da janela, mantendo em paralelo um olho atento a um negócio de ocasião para compensar a ausência de Mora no miolo.
Baseado em: ojogo.pt
Redigido com apoio de IA · revisto pela redacção do Super Portistas
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