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Bednarek põe travão na euforia após reviravolta no Funchal: “Oito vitórias não significam nada”

O FC Porto teve de puxar dos galões para bater o Marítimo por 1-2 e somar o oitavo triunfo em oito jornadas, mas Jan Bednarek recusou triunfalismos e destacou o papel decisivo do banco.

fcporto.pt

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Bednarek põe travão na euforia após reviravolta no Funchal: “Oito vitórias não significam nada”
Foto: Instagram / Jan Bednarek

Jogar nos Barreiros nunca foi tarefa simples, e quem pensava que o regresso pós-paragem para as seleções seria tranquilo teve na Madeira um lembrete bem vivo. O FC Porto suou a camisola para dar a volta ao CS Marítimo (1-2), carimbando a oitava vitória em oito jornadas da Liga. Ainda assim, se julgas que no balneário dos dragões há espaço para festejos antecipados, Jan Bednarek fez questão de puxar o travão de mão.

Dificuldades após a paragem e mérito aos insulares

O defesa-central polaco, que voltou a ser titular no eixo defensivo azul e branco, admitiu abertamente que a equipa demorou a encontrar o ritmo pretendido. Depois de ver o Marítimo adiantar-se no marcador, a resposta teve de ser madura, sem correrias descontroladas.

«Foi uma paragem longa, muitos de nós estiveram fora com as seleções e foi difícil reencontrar o ritmo certo. Estas vitórias são fundamentais porque, depois de sofrer o golo, tivemos de ir à luta», sublinhou Bednarek na zona de entrevistas rápidas da Sport TV. O camisola 5 também não poupou elogios à postura dos homens da casa: «Temos de reconhecer mérito ao adversário. Em várias fases jogaram muito bem. Não entrámos em pânico, procurámos o momento certo e, na segunda parte, o jogo teve praticamente um só sentido.»

A força que salta do banco de suplentes

O golo da reviravolta portista nasceu de uma jogada entre compatriotas de Bednarek: passe de Jakub Kiwior e finalização certeira do jovem Oskar Pietuszewski, saído do banco para resgatar os três pontos e recolher o prémio de melhor jogador em campo. Um exemplo perfeito da mensagem que o central quis passar sobre a profundidade do plantel comandado por Francesco Farioli.

«A nossa força é o grupo e todos contam nesta equipa», vincou Bednarek, apontando o contributo de elementos como Oskar, Borja Sainz, Samu, Pablo Rosario e Gabri Veiga. «A energia que vem do banco faz toda a diferença quando os jogos se complicam.»

Foco absoluto no objetivo final

Mesmo com um registo cem por cento vitorioso no arranque da época desportiva, o internacional polaco recusa deslumbramentos e vira logo a agulha para o calendário exigente que se avizinha, com compromissos europeus à porta.

«Ter oito triunfos em oito encontros é muito positivo, mas no fim de contas não garante rigorosamente nada. Temos a noção exata de quantas vitórias precisamos para festejar o título de campeão. O nosso foco passa unicamente pelo próximo desafio e por sermos a melhor versão possível em cada noventa minutos. Seguem-se exigências grandes na Liga dos Campeões e temos de continuar a trabalhar no limite», concluiu.

Redigido com apoio de IA · revisto pela redacção do Super Portistas

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