Coração no Dragão: Rodrigo Mora não esquece as origens e saúda os 133 anos do FC Porto
Podes tirar o miúdo do Dragão, mas é bem mais difícil tirar o Dragão do miúdo. Mesmo a viver os primeiros meses em Itália ao serviço da Roma, Rodrigo Mora fez questão de mostrar que as raízes continuam intactas e assinalou, esta segunda-feira, o 133.º aniversário do FC Porto nas redes sociais.
Lembrança vinda da capital italiana
O criativo de 19 anos, transferido em meados de agosto para o emblema romano num negócio de 25 milhões de euros por metade do passe, partilhou uma publicação institucional dos dragões evocativa da efeméride. Foi o suficiente para deixar uma mensagem clara aos adeptos: a ligação ao clube que o lançou para a ribalta do futebol europeu mantém-se viva.
Formado no Olival, Mora viveu uma ascensão meteórica de azul e branco. Depois de somar exibições determinantes e de ter sido galardoado como Atleta Jovem e Futebolista do Ano nos Dragões de Ouro, o médio ofensivo cumpriu o sonho de festejar um título nacional nos Aliados antes de rumar à Serie A para procurar outro protagonismo competitivo.
Dia solene no Estádio do Dragão
A mensagem do esquerdino surgiu num dia marcado pelas habituais celebrações do aniversário portista na Invicta. A manhã arrancou junto à Porta 1 do Estádio do Dragão com o tradicional hastear da bandeira ao som do hino, presidido por André Villas-Boas.
O líder dos dragões cumpriu as cerimónias protocolares de homenagem à memória do clube, depositando coroas de flores junto aos bustos de Rui Filipe e Pavão, passando pela Dragão Arena para recordar Alfredo Quintana, e finalizando a ronda no Mausoléu do FC Porto. Em declarações à margem dos atos solenes, Villas-Boas destacou a importância de figuras incontornáveis como António Nicolau d’Almeida, José Monteiro da Costa e Jorge Nuno Pinto da Costa na construção da identidade e do palmarés ímpar dos azuis e brancos.
À distância de quase dois mil quilómetros, a jovem promessa não deixou passar em branco o dia de festa da casa onde cresceu, provando que a mística não se perde na viagem para o Olímpico de Roma.
Redigido com apoio de IA · revisto pela redacção do Super Portistas
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