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Diego Ribas rendido no regresso ao FC Porto: «Perceber que ainda se lembram de tudo desperta algo difícil de explicar»

Mais de duas décadas após trocar o Santos pelas Antas, Diego Ribas voltou à Invicta para uma iniciativa em parceria com os dragões e não escondeu a comoção pelo carinho recebido.
Diego Ribas rendido no regresso ao FC Porto: «Perceber que ainda se lembram de tudo desperta algo difícil de explicar»
Foto: Instagram / Diego Ribas

Há regressos que mexem com a memória, e o de Diego Ribas à Invicta foi um deles. Se acompanhaste o FC Porto a meio dos anos 2000, certamente te recordas do impacto que foi ver o jovem prodígio do Santos aterrar em Portugal logo a seguir à conquista de Gelsenkirchen. Mais de duas décadas depois dessa chegada, o antigo médio brasileiro regressou à Invicta no âmbito de um evento organizado em colaboração com o clube e fez um balanço profundamente emotivo nas redes sociais.

O reencontro com a história e a Taça Intercontinental

Diego esteve nos últimos dias na cidade, aproveitou para assistir ao clássico frente ao Benfica no Estádio do Dragão e passou pelo museu do clube, onde esteve cara a cara com o troféu que mais o marcou de azul e branco: a Taça Intercontinental conquistada em Yokohama, em 2004, frente ao Once Caldas.

«O FC Porto foi o clube que confiou em mim quando eu vim para a Europa atrás de um grande sonho», começou por sublinhar Diego. «Tive o privilégio de vestir essa camisa e, mais do que realizar o sonho de jogar na Europa, pude fazer parte da história deste clube conquistando um título que eu sempre sonhei: campeão mundial de clubes. Voltar aqui mais de 20 anos depois e encontrar essa história viva, rever essa taça e perceber que as pessoas ainda se lembram de tudo o que construímos desperta um sentimento difícil de explicar».

«Sensação de missão cumprida»

Embora a passagem de Diego pelo Dragão (entre 2004 e 2006) tenha coincidido com uma época conturbada de transição pós-Mourinho e várias mexidas de treinadores, o palmarés que construiu em Portugal fala por si: ergueu uma Supertaça, um campeonato, uma Taça de Portugal e a referida Intercontinental.

O antigo internacional canarinho, agora com 41 anos, destacou ainda a receção calorosa por parte da nova administração liderada por André Villas-Boas e o calor das bancadas. «Ser recebido com tanto carinho pelo presidente, por toda a equipe e pelos torcedores, revisitar lugares e reviver tantas memórias me traz uma sensação muito especial de missão cumprida», confessou. «Sou cada vez mais apaixonado por Portugal, pela cultura portuguesa e por esse clube que ocupa um lugar tão importante na minha história. Tenho muito orgulho de fazer parte da história do FC Porto».

Depois do FC Porto, Diego voou para uma carreira recheada ao mais alto nível — com passagens de destaque por Werder Bremen, Juventus, Wolfsburgo, Atlético de Madrid, Fenerbahçe e Flamengo —, mas deixou bem evidente que as raízes criadas no futebol português continuam intactas.

Redigido com apoio de IA · revisto pela redacção do Super Portistas

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