Diogo Costa e a continuidade no FC Porto: «É sempre uma felicidade ver os portistas felizes»
O mercado fechou, as investidas europeias ficaram à porta e Diogo Costa continua exatamente onde os adeptos mais queriam: entre os postes do FC Porto. Na véspera de medir forças com o temível Manchester City, no arranque da fase de liga da Liga dos Campeões, o guarda-redes e capitão azul e branco colocou os pontos nos is sobre o carinho vindo das bancadas e a responsabilidade de ter ficado na Invicta.
«Sinto e não sinto o peso»
Questionado sobre se sente nos ombros o estatuto de ser considerado por muitos a grande «contratação» da temporada ao permanecer no clube, o guardião de 26 anos preferiu dividir os sentimentos, apontando o foco ao trabalho diário.
«Sinto e não sinto. Preparei-me sempre igual. Tenho bastante carinho dos nossos adeptos, deixa-me extremamente feliz, dá-me ainda mais motivação. Sei que estou a ser apoiado por muita gente e da minha parte é sempre uma felicidade ver os portistas felizes», atirou o camisola 99 na sala de imprensa do Olival, ao lado do treinador Francesco Farioli.
Saudade da Champions e o teste de fogo contra o City
Depois de uma época afastado das luzes da liga milionária, o FC Porto regressa ao palco principal logo com um duelo de cartaz diante da armada de Pep Guardiola no Estádio do Dragão. Para Diogo Costa, a fome de competir ao mais alto nível europeu é evidente no grupo de trabalho.
«É uma competição em que não participávamos há algum tempo, havia saudade de disputar esta prova. Todos os jogadores querem jogar num palco destes. Vai ser um jogo muito competitivo, em que queremos mostrar o nosso ADN, mas sabemos que vai ser extremamente difícil. Somos capazes de competir, conhecemos os nossos pontos fortes e também os pontos fracos deles, que queremos explorar», alertou o internacional português.
Humildade perante a elite europeia
Confrontado com o perigo de defrontar um ataque demolidor liderado por Erling Haaland, Diogo Costa garantiu que o nível de concentração terá de ser máximo do primeiro ao último segundo.
«Dá motivação jogar contra os melhores avançados do mundo, se não mesmo o melhor. Requer outro tipo de atenção, mas a minha humildade é sempre igual perante qualquer adversário. Sabemos perfeitamente que qualquer erro na Liga dos Campeões se paga muito caro», concluiu o guardião, apostado em liderar o Dragão numa noite europeia de superação.
Redigido com apoio de IA · revisto pela redacção do Super Portistas
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