Froholdt rendido ao ambiente do Dragão no clássico: «Podemos estar muito orgulhosos»
Se precisavas de uma prova do peso que Victor Froholdt tem na dinâmica do FC Porto, o clássico deste domingo frente ao Benfica serviu de confirmação absoluta. Após cumprir duas semanas de paragem devido ao protocolo de concussão cerebral, o médio dinamarquês regressou diretamente ao onze titular e foi a grande figura na vitória portista por 3-1, no Estádio do Dragão, a contar para a sétima jornada do campeonato.
Resposta letal ao empate das águias
Num duelo de alta rotação, os dragões adiantaram-se no marcador à passagem da meia hora por Gabri Veiga. Contudo, logo a abrir o segundo tempo, aos 51 minutos, o Benfica restabeleceu a igualdade através de Alexander Bah. O Dragão acusou o golo sofrido, mas a réplica portista demorou apenas três minutos a surgir: lançado por um passe vertical de Pablo Rosario, André Silva serviu Froholdt no coração da área e o camisola 8 bateu Samuel Soares com um remate certeiro de pé esquerdo para o 2-1. Pouco depois, Hwang In-beom fixou o 3-1 final, selando o destino do rival lisboeta.
Eleito o Homem do Jogo, o internacional dinamarquês não escondeu a satisfação no final da partida, em declarações à Sport TV, elogiando o ambiente vivido nas bancadas e o espírito do grupo. «Foi uma noite especial para jogar este tipo de jogo contra os nossos rivais. É uma atmosfera incrível da qual faço parte e estou muito orgulhoso do que a equipa alcançou», começou por atirar o jovem centrocampista.
Pleno de pontos e lição tática no meio-campo
Com este resultado, a formação azul e branca cimentou a liderança isolada da Primeira Liga, somando 21 pontos em sete encontros. Um registo 100% vitorioso que Froholdt fez questão de enaltecer: «Especialmente na segunda parte, onde mudámos a dinâmica, depois de eles terem marcado o golo. Conseguimos ficar com os três pontos e já somamos sete vitórias seguidas na liga. Podemos estar muito orgulhosos da sequência que construímos até agora».
Questionado sobre as marcações apertadas no miolo, em especial nos duelos individuais travados com João Palhinha, o jogador explicou o plano delineado para a etapa complementar. «Sabíamos que íamos estar isolados num um-contra-um no meio e, por isso, cabia-nos criar movimentos uns para os outros. Em muitas fases do jogo estivemos conectados e criámos muitas oportunidades», detalhou o médio, rematando com agradecimentos à bancada: «Houve grandes desempenhos individuais, mas destaco especialmente o desempenho coletivo da equipa. Quero também deixar um enorme agradecimento aos adeptos, pois foi uma atmosfera incrível».
Redigido com apoio de IA · revisto pela redacção do Super Portistas
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