Hulk não poupa Vítor Pereira e coroa Villas-Boas como o melhor da carreira
Quando Hulk decide falar, o melhor é puxar uma cadeira e prestar atenção. O internacional brasileiro, agora ao serviço do Fluminense, sentou-se à conversa com Romário no canal de YouTube do «Baixinho» e não fugiu às perguntas sem filtro. Submetido a um teste de respostas rápidas, o «Incrível» foi direto ao assunto e colocou dois técnicos portugueses bem conhecidos dos adeptos do FC Porto em lados totalmente opostos da barricada: André Villas-Boas é o melhor treinador da sua vida; Vítor Pereira foi o pior.
Do céu de Dublin ao reencontro aziado na China
A escolha de André Villas-Boas para o topo não surpreende ninguém que tenha acompanhado aquela demolidora época de 2010/11 no Dragão. Sob a batuta do atual presidente portista, Hulk viveu o melhor futebol da carreira na Europa, conquistando um póquer memorável com Liga Europa, Campeonato sem derrotas e Taça de Portugal. A cumplicidade estendeu-se depois às passagens pelo Zenit e pelo Shanghai SIPG, cimentando uma amizade profunda.
O verdadeiro estrondo esteve na outra ponta da pergunta. Questionado sobre o pior treinador com quem já trabalhou, Hulk não hesitou nem meio segundo antes de disparar o nome de Vítor Pereira. Os dois trabalharam juntos no FC Porto na época 2011/12 — quando VP herdou a equipa deixada por Villas-Boas — e voltaram a cruzar-se anos mais tarde no futebol chinês. Em Xangai, a relação azedou de vez, com episódios de tensão pública na linha lateral e divergências táticas que Hulk parece nunca ter engolido.
Falcao no topo e o fantasma da Libertadores
A marca dos tempos azuis e brancos esteve em grande destaque durante a dinâmica. Para além dos bancos de suplentes, o camisola 7 não teve dúvidas na hora de escolher a sua melhor dupla de ataque: Radamel Falcao. Juntos, o colombiano e o brasileiro espalharam o terror nas defesas adversárias em Portugal e pela Europa fora, formando uma das parcerias mais letais do século XXI.
Hulk revelou ainda que Rio Ferdinand foi o defesa mais duro que teve de enfrentar e elegeu o Corinthians como os adeptos rivais mais difíceis de defrontar fora de portas. A nível de sentimentos por resolver, o esquerdino confessou que a final perdida da Taça Libertadores em 2024 continua a ser a sua maior espinha na garganta — e erguê-la continua a ser o grande objetivo antes de pendurar as chuteiras. Mas nas memórias do banco, a sentença já está lavrada: vénia a Villas-Boas e nota vermelha para Vítor Pereira.
Redigido com apoio de IA · revisto pela redacção do Super Portistas
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