Pablo Rosario e a fasquia no FC Porto: «Nunca é suficiente»
Se há coisa que quem pisa o relvado do Dragão aprende sem demoras, é que por cá as vitórias de ontem não chegam para pagar as contas de amanhã. Pablo Rosario já tem o chip completamente afinado pela bitola do clube e deixou bem claro que a exigência constante não o assusta — antes pelo contrário, serve de combustível.
A fasquia que não pára de subir
Num pequeno excerto revelado de uma conversa com a Betano Portugal — cuja versão integral fica disponível esta quinta-feira no YouTube —, o médio portista desmontou a mística da cobrança nas bancadas e no balneário. Vestir de azul e branco implica saber conviver com uma fasquia permanentemente apontada ao céu.
«A fasquia está sempre alta. Quando ganhamos, conquistamos coisas, as pessoas esperam sempre mais, e acho que é isso que torna este clube tão grande. Para mim é o maior clube de Portugal», disparou o camisola 13, sem rodeios na hora de qualificar a dimensão da casa que representa.
Cultura de vitória em velocidade de cruzeiro
Longe de encarar a pressão dos adeptos como um fardo, Rosario identifica nesse inconformismo colectivo o verdadeiro segredo do sucesso dos dragões. Para o jogador de 29 anos, a fórmula é simples e tem de guiar toda a época desportiva.
«’Nunca é suficiente’, acho que é uma ótima expressão. Nunca é suficiente porque podemos sempre fazer mais e queremos fazer mais. É isso que vamos tentar fazer esta época», rematou o médio, afinando o discurso por uma cartilha de ambição máxima que a bancada portista conhece de cor e salteado.
Redigido com apoio de IA · revisto pela redacção do Super Portistas
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