Samu afasta receios com André Silva e Gimenez: «Vou aprender com eles e ser melhor»
Se pensavas que a chegada de reforços sonantes para o ataque ia tirar o sono a Samu Aghehowa, desengana-te. Sete meses depois de uma grave lesão no joelho que o afastou dos relvados e lhe custou a presença no Mundial de 2026, o camisola 9 do FC Porto está de volta à competição e garante que a concorrência feroz no plantel só lhe dá mais combustível para crescer.
«Plantel super completo» e três homens para o golo
Durante a longa paragem de Samu, a SAD azul e branca mexeu-se no mercado para dar opções de topo a Francesco Farioli, assegurando as contratações do internacional mexicano Santiago Giménez e de André Silva. Longe de encarar as novidades com apreensão, o jovem internacional espanhol vê na convivência com a dupla uma oportunidade de ouro para evoluir no Olival.
«O nosso plantel é super completo e isso exige muito de nós os três nos treinos e nos jogos», atirou Samu em entrevista ao diário desportivo espanhol Marca. «Estou muito feliz por ter o André Silva e o Santiago Giménez na equipa. Aprendemos muito uns com os outros. Eu sou o mais jovem dos três, tenho muito a aprender com eles e isso vai tornar-me melhor jogador. Depois, cabe ao treinador decidir quem joga, mas o mais importante é o FC Porto ganhar», completou o avançado.
O papel crucial de Francesco Farioli
O regresso aconteceu antes do tempo previsto, com minutos somados na vitória por 3-1 frente ao Benfica no Estádio do Dragão. Pelo meio ficou uma travessia solitária no departamento médico, onde o apoio incondicional de Francesco Farioli fez toda a diferença para afastar as dúvidas normais de uma paragem tão prolongada.
«Devo tudo ao míster Farioli. Ele sempre confiou em mim desde o primeiro dia, mas a partir do momento da lesão ainda confiou mais», revelou Samu. «Transmitiu-me muita confiança, encorajou-me e ajudou-me em tudo o que precisava. Não sabia se ele ia continuar a contar comigo depois da lesão, mas deu-me esse voto de confiança, disse-me que contava comigo e mostrou-me o quão importante sou para ele. Nem todos os treinadores agem assim».
«Esse faro não se perde»
Com as dores para trás das costas e a confiança nos píncaros, o ponta de lança assegura que o instinto matador continua intacto. A mensagem aos adeptos portistas é clara: a fome de balançar as redes está mais viva do que nunca.
«Durante os treinos sinto-me bem, parece que nunca me lesionei. Às vezes até me sinto melhor do que antes», vincou o goleador espanhol. «Vivo dos golos, das boas exibições e da ajuda que posso dar à equipa. Sei que vai correr tudo bem e de que não vou demorar muito até marcar o primeiro golo. Esse faro não se perde».
Redigido com apoio de IA · revisto pela redacção do Super Portistas
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