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Santiago Giménez a seco no pesadelo do México frente aos Estados Unidos

O avançado do FC Porto foi titular no particular em Glendale, mas desperdiçou boas ocasiões e viu a juventude norte-americana ditar uma pesada derrota por 3-0.
Santiago Giménez a seco no pesadelo do México frente aos Estados Unidos
Foto: Santiago Giménez / FC Porto

A noite não correu nada bem a Santiago Giménez. Chamado à titularidade por Rafael Márquez no clássico norte-americano disputado no State Farm Stadium, em Glendale, o ponta-de-lança do FC Porto viveu noventa minutos de frustração colectiva e individual, saindo derrotado por 3-0 diante dos Estados Unidos de Mauricio Pochettino.

Desperdício à boca da baliza e descalabro defensivo

Se acompanhaste o encontro, percebeste rapidamente que o resultado podia ter tido outro rumo se o dianteiro portista tivesse mantido o instinto habitual. Giménez dispôs de uma oportunidade clara logo no arranque do duelo e, em cima do intervalo, voltou a falhar o alvo com a baliza escancarada. Foram momentos determinantes que pesaram na balança, sobretudo quando a eficácia do adversário se revelou letal.

Quem não perdoou foi o ataque norte-americano. Aos 28 minutos, o jovem Julian Hall aproveitou uma defesa incompleta do guarda-redes Raúl Rangel a cruzamento de Malik Tillman para inaugurar o marcador. O descalabro dos mexicanos acentuou-se na etapa complementar: Rangel cometeu um erro grosseiro na saída de bola e ofereceu o 2-0 a Cavan Sullivan, que fez história ao tornar-se, com apenas 17 anos e cinco dias, o marcador mais jovem de sempre da selecção principal dos Estados Unidos.

Noite para esquecer antes do regresso ao Dragão

Sem conseguir furar o bloco defensivo adversário, o avançado dos dragões acabou substituído aos 72 minutos, fechando a sua participação sem qualquer golo anotado. A partir daí, o cenário do rival azteca passou de mau a pior: Mateo Chávez foi expulso após desentendimento com Sebastian Berhalter e, aos 84 minutos, Malik Tillman assinou o 3-0 final com um remate colocado ao ângulo superior esquerdo.

O desfecho marcou a primeira derrota de Rafael Márquez no comando técnico do México, enquanto Pochettino celebrou a primeira vitória sobre os rivais da CONCACAF desde que assumiu a turma norte-americana. Para Santiago Giménez, ficam 72 minutos de ritmo competitivo antes de se concentrar novamente nas exigências do calendário do FC Porto.

Redigido com apoio de IA · revisto pela redacção do Super Portistas

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