Smalling já aponta aos clássicos: «Espero marcar alguns golos»
Mal aterrou no Dragão e vestiu a camisola 6, Chris Smalling tratou logo de mostrar ao que vem. O experiente defesa-central inglês, contratado a custo zero para acrescentar estofo ao plantel de Francesco Farioli, foi desafiado pelas plataformas oficiais do FC Porto a recordar os cinco momentos mais marcantes da sua vasta trajetória nos relvados. Entre consagrações em Inglaterra e glória continental em Itália, o reforço portista não escondeu a veia competitiva e apontou já a mira aos duelos de fogo contra os rivais.
Da estreia de miúdo aos golos nos dérbis
A viagem de Smalling pelas memórias arrancou em 2009, quando ainda dava os primeiros passos na Premier League pelo Fulham. «Lembro-me de ser o jovem que viajava com a equipa, o 19.º jogador que nem sempre estava no banco de suplentes. Estrear-me no último jogo da época contra o Everton foi especial. Tinha apenas 19 anos, foi o trabalho árduo a valer a pena», começou por partilhar o britânico.
O segundo capítulo saltou diretamente para os tempos de Manchester United, onde viveu algumas das tardes mais incandescentes do futebol inglês. «O segundo é o meu primeiro golo num dérbi, quando cheguei ao Manchester United. Tive a felicidade de marcar alguns em dérbis, mas os primeiros são sempre especiais», atirou, antes de disparar uma promessa que vai fazer os portistas esfregarem as mãos: «Espero marcar alguns golos nos clássicos futuros». Se estás à espera de liderança nas bolas paradas ofensivas, aqui tens um bom cartão de visita.
Festejos em Wembley, Roma e o apelo da Invicta
Na galeria de Smalling seguiu-se a conquista da Premier League de 2010/11, alcançada logo no ano de estreia em Old Trafford sob a batuta de Sir Alex Ferguson — um salto que o próprio descreveu como «surreal» para quem, um ano antes, via tudo no televisor do quarto. Como quarto momento, o central puxou da fita do tempo o seu único golo pela seleção inglesa: curiosamente faturado contra Portugal, num particular disputado em Wembley.
Para fechar o lote, Smalling resgatou a conquista da Liga Conferência ao serviço da Roma. E foi aí que ligou o passado à escolha de rumar a Portugal. «As celebrações… Vi os festejos aqui na época passada, que me fizeram lembrar do que aconteceu lá. Sabendo o que significa o futebol em Roma, consigo ver o mesmo aqui no Porto. Foi mais um grande motivo para vir para cá. Conseguir sentir toda a cidade», sublinhou o internacional inglês.
Bagagem pesada para o eixo de Farioli
Aos 36 anos e após duas épocas na Arábia Saudita ao serviço do Al-Fayha, Smalling assinou contrato até ao fim da temporada, com mais uma de opção mediante objetivos desportivos. Com as lesões a encurtarem a margem de manobra no setor recuado — onde Nehuén Pérez tem estado entregue ao departamento médico —, o experiente britânico chega para ombrear com Jan Bednarek e Jakub Kiwior, trazendo a bagagem de mais de 300 jogos pelo Manchester United e 31 internacionalizações por Inglaterra. O discurso ambicioso já está entregue; agora, a resposta terá de ser dada na relva.
Redigido com apoio de IA · revisto pela redacção do Super Portistas
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