O dragão não sabe perder pontos: FC Porto entra num clube de luxo europeu
Se andas distraído, convém olhar para a tabela da Liga: sete jornadas, sete vitórias e 21 pontos conquistados. O FC Porto de Francesco Farioli não tem dado margem para dúvidas nas provas internas e, depois de bater o Benfica no Dragão por 3-1 no último clássico — com golos de Gabri Veiga, Victor Froholdt e In-beom Hwang —, cimentou uma vantagem de cinco pontos sobre as águias e seis sobre o Sporting. Mas o impacto deste arranque perfeito vai muito além das fronteiras nacionais: no continente europeu, os dragões integram um grupo minúsculo de apenas nove equipas que só sabem vencer nos respetivos campeonatos de primeira divisão.
Companhia de peso nos grandes palcos
Na elite do futebol do Velho Continente, este nível de eficácia é para muito poucos. Olhando para os principais campeonatos europeus, só mais três formações conseguem manter a folha imaculada: o Barcelona, que tal como o FC Porto ostenta um registo perfeito de sete triunfos em sete partidas na La Liga, o Manchester City na Premier League e o Borussia Dortmund na Bundesliga.
A este lote de gigantes junta-se ainda o Panathinaikos na Grécia, fechando o grupo de clubes com registo cem por cento vitorioso nos campeonatos com maior peso no ranking.
Surpresas e sotaque luso pelo caminho
Fora do radar dos holofotes habituais, há outros quatro emblemas que completam esta restrita lista de nove equipas europeias. O KF Prishtina, do Kosovo, soma seis triunfos em seis partidas, enquanto o Sabah, do Azerbaijão, regista cinco vitórias consecutivas. No entanto, os casos mais curiosos chegam da Arménia e do Luxemburgo, onde o pleno ascende a oito vitórias em oito jogos e conta com forte contingente português.
Na Arménia, o FC Noah lidera com o contributo de jogadores portugueses como Dani Figueira, David Sualehe e Hélder Ferreira. Já no Luxemburgo, o surpreendente UNA Strassen segue na mesma toada, impulsionado por Diogo Garrido e João Teixeira.
Muralha defensiva e intensidade que asfixia
No caso portista, o sucesso deste arranque não é fruto do acaso nem de mera inspiração isolada. Com Diogo Costa intransponível entre os postes e uma estrutura defensiva personalizada por nomes como Bednarek e Kiwior, a equipa tem mostrado uma intensidade física e rigor tático que os rivais não estão a conseguir acompanhar. À entrada para a paragem internacional, o sinal dado ao campeonato é inequívoco: o dragão construiu uma almofada de pontos preciosa e avança com a confiança de quem ainda não experimentou o sabor da perda de pontos.
Redigido com apoio de IA · revisto pela redacção do Super Portistas
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