Villas-Boas mira os 200 mil sócios no FC Porto e anuncia renumeração a caminho
Se acompanhas o dia a dia do FC Porto, sabes bem que a ligação aos associados tem sido um dos cavalos de batalha da presidência de André Villas-Boas. Na noite deste sábado, durante as comemorações dos 25 anos da Casa do FC Porto de Chaves, o presidente azul e branco puxou dos galões da vitalidade do clube e apontou a uma meta redonda e histórica: alcançar a fasquia dos 200 mil sócios.
Um salto de 20% ao ano a puxar pela bancada
O líder dos dragões não escondeu a satisfação pelo ritmo a que o universo portista tem vindo a expandir-se. Villas-Boas revelou que, desde que assumiu os destinos do emblema azul e branco em 2024, a massa associativa tem registado um crescimento assinalável na ordem dos 20% ao ano. Uma subida sustentada que espelha a mobilização das bancadas, impulsionada em grande parte pelas novas plataformas digitais e pela aposta firme numa política de proximidade aos adeptos de norte a sul do país.
Renumeração para conferir a «perspetiva real»
Mas crescer no papel não chega: é preciso saber com rigor com quem o clube pode efetivamente contar. Por essa razão, André Villas-Boas anunciou que o FC Porto vai avançar muito em breve com um processo de renumeração de associados. O objetivo passa por atualizar os cadernos do clube e atribuir uma «perspetiva real» sobre a quantidade de sócios pagantes e verdadeiramente ativos, expurgando inscrições que já não correspondem à realidade presente da bancada.
Trata-se de um passo crucial para consolidar a transparência prometida pela atual direção, permitindo aferir a real dimensão do associativismo portista antes de atacar o patamar dos 200 mil filiados com cartões em dia.
A chama viva fora dos limites da Invicta
A mensagem foi deixada num palco carregado de simbolismo transmontano. Na visita a Chaves, acompanhado pelo vice-presidente Francisco Araújo e por velhas glórias do balneário como João Pinto, António Frasco e Rui Barros, Villas-Boas fez questão de valorizar o papel determinante das Casas do FC Porto. Para o presidente, são delegações como a flaviense que mantêm acesa a chama azul e branca longe do Estádio do Dragão, servindo de motor essencial para alimentar a ambição de transformar o FC Porto num clube cada vez mais participado e global.
Redigido com apoio de IA · revisto pela redacção do Super Portistas
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