FC Porto: O relatório e contas revela quanto já custaram os bónus de Froholdt e companhia
Se andavas curioso para perceber o impacto real dos objetivos contratualizados nas últimas janelas de transferências do FC Porto, o mais recente relatório e contas da SAD referente à temporada 2025/26 tirou todas as dúvidas. O documento oficial detalha os montantes que os cofres da Invicta já tiveram de desembolsar em bónus por quatro atletas contratados no verão anterior: Victor Froholdt, Alberto Costa, Oskar Pietuszewski e Borja Sainz.
Froholdt e Alberto Costa no topo das metas cumpridas
O caso mais sonante é o de Victor Froholdt. O internacional dinamarquês, que custou 20 milhões de euros fixos ao Copenhaga — tornando-se a compra de maior vulto desse defeso —, já ativou uma fatia adicional de um milhão de euros em variáveis, fruto do rendimento individual, dos minutos somados de azul e branco e do cumprimento de metas desportivas.
Cenário idêntico viveu-se com o lateral Alberto Costa. Recrutado à Juventus por uma base de 15 milhões de euros em 2025, o jogador também já fez disparar um bónus de um milhão de euros, elevando o custo global da sua transferência para os 16 milhões.
Pietuszewski e Borja Sainz também somam parcelas
A contabilidade dos variáveis não fica por aqui. O jovem Oskar Pietuszewski, cujo passe implicou um investimento fixo de 8 milhões de euros, já rendeu mais 625 mil euros ao seu anterior clube devido aos critérios pré-definidos no contrato.
A fechar o lote surge o extremo espanhol Borja Sainz. Depois de uma operação que representou um investimento fixo ligeiramente acima dos 13 milhões de euros, a SAD portista liquidou agora 128 mil euros correspondentes a metas atingidas no decurso da época desportiva.
A fatura de manter a fasquia alta
Estes números ajudam a explicar a radiografia financeira apresentada pela equipa liderada por André Villas-Boas. No exercício de 2025/26, os dragões registaram um prejuízo de 21,1 milhões de euros, uma realidade fortemente influenciada pelo forte investimento realizado no plantel — a rondar os 120 milhões de euros entre verão e inverno — e pela opção consciente de segurar as principais referências desportivas em vez de realizar mais-valias precipitadas no mercado.
Redigido com apoio de IA · revisto pela redacção do Super Portistas
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