Voleibol

Miguel Coelho e o triplete no Museu FC Porto: “Toda a gente contribuiu muito para esta Supertaça”

Após a conquista da Supertaça frente ao SC Braga, a equipa de voleibol feminino do FC Porto entregou o troféu no Museu. Miguel Coelho sublinhou a união do clube e apontou baterias aos novos desafios.

Super Portistas

3 min de leitura

Miguel Coelho e o triplete no Museu FC Porto: “Toda a gente contribuiu muito para esta Supertaça”
Foto: Miguel Coelho / FC Porto

A época transata foi de sonho para o voleibol feminino do FC Porto, mas faltava colocar a cereja no cimo do bolo. Depois da dobradinha com o Campeonato e a Taça de Portugal, a vitória por 3-1 sobre o SC Braga em Santo Tirso carimbou o terceiro troféu nacional consecutivo para as azuis e brancas. Com a Supertaça na mão, o plantel rumou ao Museu FC Porto para eternizar a conquista, e o treinador Miguel Coelho fez questão de repartir os louros com toda a estrutura dragão.

Um ciclo de ouro fechado a preceito

Para o técnico portista, este troféu tem um sabor muito particular: não é apenas o arranque em festa de uma nova temporada, mas sim o encerramento com chave de ouro do trabalho monumental realizado em 2025/26. “A Supertaça tem uma importância muito grande, porque serve para fechar o último ano, que foi de muito sucesso com a conquista da Dobradinha, com um título que ainda lhe diz respeito. É uma forma de honrar o que fizemos no último ano”, vincou o timoneiro azul e branco durante a cerimónia de entrega da taça.

Miguel Coelho fez também questão de agradecer o apoio constante dos vários setores do clube e a força sentida diariamente no Dragão Arena. Nas palavras do técnico, levantar este troféu funcionou quase como um dever cumprido para com quem trabalha nos bastidores: “Esta conquista traz muita coisa associada, ainda para mais sendo uma conquista de Supertaça que teve dedo do FC Porto e do Dragão Arena. Toda a gente contribuiu muito para esta Supertaça, portanto estamos a devolver o trabalho que o Clube fez por nós antes desta conquista.”

A mística do Museu e os amantes do Dragão

Se acompanhaste o percurso da equipa, sabes que a visita ao Museu antes da decisão de Santo Tirso não foi mero protocolo. O grupo liderado por Miguel Coelho esteve no espaço memorial do clube em vésperas da final e saiu de lá com uma bagagem emocional decisiva, inspirada em momentos e símbolos históricos — como a taça oferecida pelos adeptos após uma célebre derrota frente à Juventus.

O treinador recordou esse momento de união e destacou as palavras de Rui Cerqueira, que tocaram fundo no balneário: “Ele disse que o FC Porto não tem adeptos, tem amantes. Esta frase acabou por ficar, porque depois jogámos pelo reconhecimento das pessoas que gostam tanto do Clube e que só esperam que deixemos tudo em campo. Saímos daqui reforçados para a conquista da Supertaça e agora temos de relembrar desse capítulo, que já encerrou. Agora temos o campeonato e muitas conquistas pela frente.”

Espírito de play-off para o que aí vem

O caminho até este troféu exigiu também capacidade de reação. Depois de um desaire na Taça Ibérica, o FC Porto afinou processos no Torneio das Vindimas e entrou na discussão dos títulos com a faca nos dentes. Miguel Coelho destacou a agressividade e a maturidade táctica do grupo, comparando a exigência recente à intensidade dos momentos decisivos da época passada.

“Sabíamos que tínhamos de mostrar índices de agressividade, de competência e de consistência muitíssimo altos. Estes jogos cheiraram a play-off”, avaliou o treinador, notando que o grupo assimilou a mensagem e confirmou que quer continuar a ganhar. Com a Supertaça guardada na vitrine e o arranque vitorioso na fase regular da Liga, a fasquia mantém-se no topo para os desafios que se avizinham.

Fonte original: FC Porto Oficial Redigido com apoio de IA · revisto pela redacção do Super Portistas

Partilha esta notícia

Notícias semelhantes

Comentários · 0

A carregar comentários…

Ainda não há comentários

Sê o primeiro a comentar!