André Silva e a fuga do FC Porto na liderança: “As outras equipas perderem pontos não depende de nós”
Se estiveste atento ao clássico deste domingo no Estádio do Dragão, viste um FC Porto autoritário a bater o Benfica por 3-1 e a cavar um fosso de cinco pontos na liderança da I Liga. No centro das atenções esteve André Silva: não marcou, mas batalhou nas trincheiras, assistiu nos golos decisivos e, no final, fez questão de pôr água na fervura quanto à corrida pelo título.
“O mais importante são as vitórias”
Lançado no onze inicial por Francesco Farioli, o avançado portista foi incansável no apoio e no desgaste à defensiva encarnada. Aos microfones após o apito final, André Silva abordou com naturalidade o facto de não ter colocado o seu nome na lista de marcadores, preferindo destacar a entrega coletiva:
“É o que é pedido para a equipa funcionar, é o que posso fazer, depois os golos vão chegar, mas o importante é fazer o que o treinador e o clube pedem. Este trabalho associativo faz parte, sempre fez isto. Depois, se os golos não chegarem, o mais importante são as vitórias”, sublinhou o dianteiro dos dragões.
Sobre as incidências de um clássico sempre quente — marcado pelo golo inaugural de Gabri Veiga, a expulsão de Lenglet e a resposta rápida aos sustos da segunda parte com tentos de Froholdt e Hwang Inbeom —, André Silva reconheceu a exigência do duelo:
“Sabíamos que o jogo não ia ser fácil e tornou-se complicado, mas jogámos em casa e temos de aproveitar este ambiente, o nosso espírito portista, e foi um bom jogo da nossa parte”.
Olhar para dentro e ignorar os rivais
Com sete vitórias em sete jornadas, o pleno portista traduz-se agora em 21 pontos contra os 16 do rival lisboeta, deitando por terra uma invencibilidade encarnada no campeonato que durava há 55 encontros. Ainda assim, André Silva recusou qualquer deslumbramento com a vantagem conquistada.
“Com a mesma vontade e exigência, estamos focados no nosso trabalho e queremos encarar os jogos com o máximo nível. As outras equipas, se perdem pontos ou não, não depende de nós”, atirou o internacional português.
Questionado sobre a preparação para o embate com o rival, o camisola azul e branca garantiu que a mentalidade no balneário não oscila consoante o cartaz do adversário: “Sabemos que este jogo pode ser emocionante para todos, mas encarámos como um jogo normal, sempre focados no nosso trabalho, tentámos limar os detalhes que são precisos durante a semana”.
Redigido com apoio de IA · revisto pela redacção do Super Portistas
Em resposta a
Em resposta a
Em resposta a