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Polémica em Viseu: Sérgio Krithinas arrasa queixas do Académico no primeiro golo do FC Porto

Bruno Pinheiro contestou uma alegada falta no lance que abriu caminho ao triunfo do FC Porto, mas Sérgio Krithinas defendeu a decisão de Miguel Nogueira e criticou o hábito de procurar faltas fáceis.
Polémica em Viseu: Sérgio Krithinas arrasa queixas do Académico no primeiro golo do FC Porto

A vitória do FC Porto no reduto do Académico de Viseu por 3-0, a contar para a 4.ª jornada da I Liga, não se livrou de debate aceso à volta do apito. Logo aos cinco minutos, André Silva inaugurou o marcador no Fontelo, mas o lance gerou contestação imediata do banco beirão. Bruno Pinheiro, técnico dos viriatos, apontou o dedo a uma alegada falta de William Gomes no arranque da jogada e queixou-se de «diferenças nas arbitragens» que estariam a penalizar a sua equipa. Contudo, no programa Record na Hora, do canal Now, as queixas não colheram simpatia unânime.

O lance que incendiou os ânimos no Fontelo

O lance em causa ocorreu bem cedo na partida, quando William Gomes disputou a bola na área adversária antes do remate certeiro de André Silva. O árbitro Miguel Nogueira validou o golo e o VAR não vislumbrou motivo para intervir. No final do encontro, Bruno Pinheiro não escondeu o desagrado, considerando que o momento desbloqueou o jogo e deu uma confiança excessiva aos dragões à custa de uma infração por assinalar.

«Cai porque quer»: a análise taxativa de Sérgio Krithinas

No espaço de análise desportiva, Sérgio Krithinas rejeitou qualquer irregularidade no lance e foi contundente na leitura da jogada. Para o jornalista, não houve impacto suficiente de William Gomes para derrubar o defesa viseense: «Acho que não é nada, sinceramente (…) O que o faz cair não é aquele toque. Ele cai porque quer», frisou, sublinhando que se fosse um lance idêntico cometido por um defesa na área contrária, dificilmente se pediria grande penalidade.

Krithinas aproveitou ainda para criticar o vício histórico do futebol português em assinalar «faltinhas» a favor dos defesas perante a mínima aproximação: «O futebol não se joga a mandar-se para o chão. Os jogadores que fiquem em pé e que joguem futebol, e que não estejam à procura da relva fofinha para se deitarem». O comentador lembrou ainda a diretriz do Conselho de Arbitragem sobre a relação de causa-efeito nos contactos, elogiando a postura do árbitro em deixar o jogo seguir.

Frustração acumulada e a resposta portista

Também presente no painel, Vítor Pinto contextualizou a reação do treinador do Académico de Viseu, lembrando que a equipa vinha de um empate amargo na Madeira frente ao Marítimo, num jogo marcado por uma grande penalidade controversa. Segundo Vítor Pinto, a postura reivindicativa de Bruno Pinheiro — que já antes do apito inicial tinha abordado a arbitragem, merecendo resposta na antevisão de Francesco Farioli — refletiu mais o acumular de frustrações do que propriamente um erro claro de Miguel Nogueira, cuja decisão foi amplamente validada pelos analistas do setor.

Redigido com apoio de IA · revisto pela redacção do Super Portistas

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