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O campeão voltou: a apoteose dos Aliados com Farioli celebrada nos 133 anos do FC Porto

No âmbito das celebrações dos 133 anos de história, o Super Portistas recorda o regresso aos títulos de campeão nacional com Francesco Farioli e a noite inesquecível em que a Avenida dos Aliados se encheu para cantar o hino.

Se há noites em que a alma portista se liberta com uma força indomável, a consagração do 31.º campeonato nacional em maio de 2026 é uma daquelas que ficam gravadas para a eternidade. Integrado nas comemorações dos 133 anos do FC Porto, o Super Portistas resgatou o momento em que a Invicta voltou a vestir-se a rigor para gritar a plenos pulmões que o campeão estava oficialmente de volta ao seu trono natural.

A reconquista de Farioli e a maré azul até aos Aliados

Lembras-te certamente do sentimento de alívio e orgulho que percorreu as bancadas. Na sua época de estreia no futebol português, o técnico italiano Francesco Farioli operou uma verdadeira transformação competitiva, guiando a equipa a uma caminhada sólida de 88 pontos. O título começou por ser selado com o golo de Jan Bednarek frente ao Alverca, mas a explosão máxima de euforia ficou guardada para a derradeira jornada com o Santa Clara e a subsequente descida da taça à cidade.

Do relvado do Estádio do Dragão rumo à Ribeira, e daí em trio elétrico até ao coração da Invicta, uma multidão interminável pintou as ruas com as cores do clube. Quando o capitão Diogo Costa e Farioli subiram à varanda dos Paços do Concelho ao lado de André Villas-Boas, a Avenida dos Aliados transformou-se num mar de fervor portista. O presidente não escondeu a comoção ao dedicar o triunfo a Jorge Nuno Pinto da Costa e a Jorge Costa, apelidando a apoteose popular de «provavelmente a maior festa de sempre da história do FC Porto».

133 anos a cumprir o destino de vencer

A imagem dos milhares de portistas a entoar o hino a uma só voz, com as lágrimas nos olhos e o fogo de artifício a iluminar os céus, simbolizou a vitalidade de um clube indomável. Desde a génese com António Nicolau d’Almeida em 1893 até a esta reconquista em 2026, passaram 133 anos de superação constante. A história continua a escrever-se em letras douradas e a exigência de bancada não abranda: que venham os próximos 133, com a mesma ambição e o mesmo destino vitorioso.

Redigido com apoio de IA · revisto pela redacção do Super Portistas

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