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O minuto 92 de Kelvin: o instante eterno dos 133 anos que fez o Dragão explodir

No âmbito das comemorações dos 133 anos do FC Porto, o Super Portistas recorda o golo dramático de Kelvin ao Benfica, em 2013, que decidiu um campeonato nos descontos.

Há momentos que ficam gravados a ferro e fogo na memória de qualquer adepto azul e branco. Integrado na celebração dos 133 anos de história do FC Porto, o Super Portistas recuou a 11 de maio de 2013 para reavivar o minuto mais elétrico já sentido nas bancadas do Estádio do Dragão: o mítico remate de Kelvin aos 92 minutos frente ao Benfica.

Lembras-te certamente de onde estavas nessa noite. O clássico correspondia à 29.ª e penúltima jornada da Liga. A equipa lisboeta viajou até à Invicta no topo da tabela, com dois pontos de avanço, sabendo que a igualdade lhe bastava para manter o destino do troféu nas mãos. Lima inaugurou o marcador aos 19 minutos, mas a resposta da formação de Vítor Pereira surgiu pouco depois, quando uma iniciativa de Silvestre Varela foi desviada por Maxi Pereira para a própria baliza aos 25. O tempo esgotava-se impiedosamente, o empate parecia selado e a desilusão ameaçava pairar sobre o anfiteatro portista. Até que o destino deu uma cambalhota irrepetível.

A jogada que arrancou o campeonato das mãos do rival

Lançado a partir do banco no decorrer da segunda parte, o extremo brasileiro, então com 19 anos, encontrou um lugar definitivo na história do clube. Já em período de compensação, Liedson controlou uma bola à entrada da grande área e assistiu Kelvin descaído pela esquerda; com o pé canhoto e sem hesitar, o camisola 92 disparou um remate cruzado que bateu Artur Moraes. A bancada ruiu em euforia absoluta, Jorge Jesus caiu desolado de joelhos no relvado e a festa explodiu de imediato no banco portista.

A vitória por 2-1 colocou o FC Porto na liderança isolada à entrada da derradeira ronda, coroada na semana seguinte com um triunfo em Paços de Ferreira que carimbou o tricampeonato de forma invicta. Recuperado agora com a vibração do relato de Edmundo Lisboa, este instante simboliza na perfeição a essência dos 133 anos de glória do clube: uma crença inabalável que nunca baixa os braços enquanto houver um segundo por jogar.

Redigido com apoio de IA · revisto pela redacção do Super Portistas

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