Pepê e a declaração de amor ao FC Porto: «Posso dizer que é a minha vida»
À beira de atingir a impressionante marca dos 250 jogos de dragão ao peito, Pepê abriu o coração a O Jogo e assumiu uma ligação inabalável ao clube e à Invicta.
Chegou em 2021, conquistou a bancada à base de compromisso em qualquer posição e, época após época, provou que compreende perfeitamente o peso desta camisola. Prestes a cumprir uma marca redonda de 250 partidas oficiais pelo FC Porto, Pepê concedeu uma extensa entrevista ao jornal O Jogo e deixou uma verdadeira declaração de amor ao clube e à Invicta.
«Um sentimento de amor mesmo»
A cumprir a sexta temporada no Dragão e já posicionado como o sexto futebolista estrangeiro com mais jogos disputados na nossa história, o extremo brasileiro explicou que as suas raízes estão profundamente assentes na cidade. «O FC Porto posso dizer que é a minha vida. Praticamente metade ou quase metade da minha carreira eu passei aqui. Formei a minha família praticamente aqui, onde vim morar com a minha mulher e tive os meus filhos», confessou.
Para o camisola 11, a ligação vai muito além das quatro linhas e dos relvados. «Não só o clube, mas também a cidade em si é algo que mexe bastante comigo. O clube e a cidade são muito especiais para mim e para a minha família. É um sentimento único, um sentimento de amor mesmo», reforçou com convicção.
Tripeiro de corpo e alma
Confrontado sobre se já se considera um verdadeiro homem da terra, Pepê respondeu com a espontaneidade que lhe é reconhecida: «Pode ser que sim. Tenho meus dois filhos agora que são do Porto, pode ser que eu também sou.» Durante a conversa, admitiu inclusivamente que vê com excelentes olhos a hipótese de prolongar o vínculo contratual e até pendurar as chuteiras de azul e branco.
Para quem está na bancada, este tipo de palavras não soa a discurso de circunstância. Pepê assimilou o espírito do clube, respeita as nossas exigências diárias e trata a Invicta como a sua casa. Quando um jogador com esta qualidade junta compromisso, suor e paixão genuína ao símbolo que carrega ao peito, torna-se indiscutivelmente um dos nossos.
Redigido com apoio de IA · revisto pela redacção do Super Portistas
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