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«Portista deixarei de ser só quando morrer»: a despedida imortal de Pinto da Costa nos 133 anos do FC Porto

Nas celebrações do 133.º aniversário do clube, o Super Portistas revive o último dia oficial de Jorge Nuno Pinto da Costa como presidente, na entrega da 20.ª Taça de Portugal no Museu.

Há momentos que transcendem o futebol e ficam gravados para sempre na alma de quem vive e respira as cores do FC Porto. No âmbito das comemorações dos 133 anos da história azul e branca, o Super Portistas resgatou um dos instantes mais comoventes e marcantes das últimas décadas: a despedida solene de Jorge Nuno Pinto da Costa no Museu FC Porto, vivida a 27 de maio de 2024.

O adeus com a 20.ª Taça de Portugal

Recordas certamente a carga emocional daquele dia. Menos de vinte e quatro horas antes, no relvado do Jamor, o FC Porto bateu o Sporting por 2-1 no prolongamento e ergueu a 20.ª Taça de Portugal do seu palmarés. O troféu desceu à Invicta e a cerimónia de entrega no Museu serviu de cenário para o último ato público de Pinto da Costa na liderança dos dragões, a escassas horas da passagem definitiva de testemunho a André Villas-Boas na SAD, selando 42 anos de uma presidência incomparável.

Rodeado por Sérgio Conceição, pelo capitão Pepe e por todo o grupo de trabalho, o dirigente máximo que transformou o FC Porto na força que hoje conhecemos pegou no microfone para partilhar o que lhe ia na alma. A emoção tomou conta do anfiteatro quando proferiu a declaração que ecoa na memória de qualquer adepto: «Deixarei de ser presidente amanhã, mas portista deixarei de ser só quando morrer. E mesmo assim, não sei se lá em cima é possível ter clube.»

O fecho dourado de uma lenda viva

Num ambiente de forte comoção, o abraço a Sérgio Conceição e o aperto de mão com Villas-Boas simbolizaram o fechar de um ciclo de ouro, coroado com 85 troféus no museu e um legado sem paralelo a nível mundial. Ao assinar o Livro de Honra pela última vez como líder, Pinto da Costa despediu-se como sempre nos habituou: com mais uma taça nas mãos. Ao celebrar estes 133 anos de existência, o momento recorda a toda a nação portista que os ciclos mudam e os cargos passam, mas a chama do dragão nunca se apaga.

Redigido com apoio de IA · revisto pela redacção do Super Portistas

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