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Protocolo quebrado por Diogo Costa: Villas-Boas revela desafio recusado pelo capitão

Na gala Portugal Football Globes, André Villas-Boas chamou Diogo Costa ao palco e revelou que desafiou o guardião a assumir o mítico número 2 de Jorge Costa.

Se há gestos que definem a essência de liderança no FC Porto, o momento vivido por André Villas-Boas na gala Portugal Football Globes foi uma demonstração pura de portismo. Ao ser convidado ao palco da Cidade do Futebol para receber o galardão de Mérito Desportivo, entregue ao clube pela reconquista do campeonato nacional, o presidente azul e branco recusou os holofotes a solo: quebrou de imediato o guião e chamou Diogo Costa para o seu lado, apresentando o guarda-redes como «o verdadeiro representante dos valores do Futebol Clube do Porto».

A mística da camisola 2 e a fidelidade ao 99

Entre o reconhecimento público da entrega do plantel, o presidente portista partilhou com a sala um episódio curioso de bastidores. André Villas-Boas revelou que lançou ao guardião o convite de envergar a mítica camisola 2 para homenagear o legado de Jorge Costa, proposta que o capitão azul e branco preferiu declinar para manter o seu próprio número de referência.

«Não aceitou o meu desafio de vestir a camisola número 2, que é algo que muito me orgulharia e dignificaria o que é a história do número 2 no Futebol Clube do Porto. Mas é um grande 99, é um grande guarda-redes, significa todos os nossos valores e princípios e eu tenho um carinho muito especial por ele», contou o dirigente, enaltecendo a seriedade e o foco do internacional português.

Superar a dor até à consagração do título

O discurso ganhou forte densidade emocional quando Villas-Boas recordou o caminho exigente até à conquista de uma Liga que fugia ao Museu FC Porto há quatro anos. O presidente lembrou o impacto doloroso que o desaparecimento de Jorge Nuno Pinto da Costa e de Jorge Costa teve no balneário.

«Houve muita dor pelo meio, muita transcendência individual e coletiva, uma transformação pessoal única destes jogadores, que se uniram em torno do símbolo do Futebol Clube do Porto, dos seus valores, e em torno do seu novo treinador», sublinhou o líder portista, garantindo que o troféu pertence inteiramente a quem trabalha diariamente no relvado: «Um prémio dos jogadores, um prémio do coletivo, um prémio do trabalho.»

Redigido com apoio de IA · revisto pela redacção do Super Portistas

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