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“Quando o Óliver não chutou ainda lhe chamei uns nomes do banco…”

Treinador do FC Porto destacou a “maleabilidade” da equipa azul e branca após a vitória sobre o Schalke 04.

Análise do jogo: “Teve a ver com perceber o nosso primeiro momento, pressionar o adversário, início de construção do adversário. A partir do momento em que se passou isso, melhorámos. Foi importante e não foi nada justo chegar ao intervalo empatados, não me lembro de uma ocasião do adversário. Apesar de nesses 10 ou 15 minutos iniciais não termos sido tão eficazes, retificámos ao intervalo. Os jogadores perceberam o que tínhamos de fazer, fizemos uma segunda parte fantástica, do nada surgiu um penálti, que podia abanar a equipa. É um ambiente de confiança plena entre aquilo que são os adeptos e aquilo que fazemos dentro do campo. Foi um jogo muito consistente, com uma segunda parte fantástica, estamos felizes”.

Maleabilidade: “Gostava de contar com toda a gente, tinha mais soluções, as chamadas boas dores de cabeça, mas contamos com os jogadores que temos à disposição. Temos uma diversidade grande, essa maleabilidade. FC Porto na Champions? É normal, são níveis normais, a passagem do FC Porto. Conseguimos dar uma resposta muito positiva. Passamos facilmente do 4-3-3 para o 4-4-2, eles sabem interpretar isso como ninguém, trabalhamos diariamente essas situações. A dificuldade passa por interpretarmos da melhor forma aquilo que queremos para o jogo. Essa maleabilidade permite-nos superar a ausência de um ou outro jogador, felizmente temos isso”.

Bolas paradas e golo de Éder Militão: “As chamadas bolas paradas fazem parte dessa diversidade de situações que nós temos. O Óliver era para chutar primeiro, quando ele o fez ainda lhe chamei alguns nomes do banco, mas depois aplaudi-o, não há nada a dizer”.

Primeiro lugar do grupo: “Podemos chegar amanhã [quinta-feira] ao Olival, treinar e preparar o jogo do Bessa, no domingo”.

Fonte: Ojogo.pt

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