«Este gajo vai chegar ao topo»: Dani Figueira recorda profecia sobre Diogo Costa
Se achas que a ascensão de Diogo Costa até à elite mundial apanhou toda a gente de surpresa, desengana-te. Quem partilhou o balneário e os treinos com o guardião portista nas seleções jovens já sabia perfeitamente o que aí vinha. Prova disso são as palavras de Dani Figueira, que foi o mais recente convidado do videocast «Sem Filtros», da Liga Portugal, e não poupou nos elogios ao amigo.
«Tenho mais camisolas dele em casa do que minhas»
Atualmente a defender as redes do Noah, na Arménia, o guarda-redes de 28 anos recordou a cumplicidade que construiu com o capitão do FC Porto ao longo dos anos. Para Dani Figueira, a dimensão desportiva de Diogo Costa anda de mãos dadas com a sua integridade pessoal.
«Coloco o Diogo Costa no patamar dos melhores do mundo. Tenho mais camisolas dele em casa do que minhas. O jogador que ele é representa muito da pessoa que é. Olho para ele como uma referência», confessou o antigo guardião de Estoril Praia, Vitória SC e Gil Vicente.
A certeza sobre o futuro de Diogo Costa vinha, aliás, dos primeiros passos partilhados em representação de Portugal: «Quando era miúdo, sempre disse que ele ia chegar ao topo mundial, que é onde está hoje. Atualmente, qualquer equipa sonha em ter um Diogo Costa no plantel, por tudo aquilo que é como jogador, mas também como pessoa».
A noite de afirmação na Taça da Liga
Para além dos elogios ao dono da baliza dos dragões e da seleção nacional, Dani Figueira revisitou o jogo mais marcante do seu percurso desportivo: a meia-final da Taça da Liga em 2023/24, onde foi herói pelo Estoril frente ao Benfica. O guardião revelou que chegou a esse encontro depois de uma quebra mental motivada pela frustração de uma transferência que não aconteceu.
«Nessa época era o capitão do Estoril e estava a passar por uma fase mais difícil. Tinha expectativas de sair, já estava há muitos anos no clube e vinha de anos de sucesso. Acabei por não sair e fui-me abaixo mentalmente. Felizmente, o mister Vasco Seabra sempre puxou muito por mim», explicou.
A redenção chegou em pleno relvado de Leiria: «Quando chegou a Final Four, senti que aquele jogo era para desfrutar. Era uma meia-final da Allianz CUP, contra o Benfica, e o Estoril tinha uma moldura humana que nunca tinha visto. Todos sentimos que era o jogo das nossas vidas, mesmo sabendo que as possibilidades eram poucas. Acabei por fazer um grande jogo e passámos nos penáltis».
Redigido com apoio de IA · revisto pela redacção do Super Portistas
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