Maresca responde à confusão no túnel e atira-se ao banco do FC Porto: «Quantas vezes viram o meu a levantar-se?»
A noite europeia no Estádio do Dragão não terminou com o apito final. Depois da derrota do FC Porto frente ao Manchester City (0-2), na ronda inaugural da fase de liga da Liga dos Campeões, as atenções viraram-se para os incidentes no túnel de acesso aos balneários ao intervalo, com Rúben Dias e a estrutura portista no centro do furacão. Questionado sobre o assunto, Enzo Maresca puxou dos galões da compostura e devolveu as acusações com um contra-ataque direto ao banco azul e branco.
Tensão ao intervalo com Rúben Dias no centro do bate-boca
Os ânimos já vinham a ferver desde o relvado. Os protestos veementes do banco portista por uma entrada dura de Marc Guéhi sobre Gabri Veiga e a insistência num segundo amarelo a Josko Gvardiol deixaram o ambiente elétrico. Quando as equipas recolheram para o descanso, a faísca saltou no túnel: segundo relatos da imprensa inglesa, houve empurrões envolvendo Marcus Bettinelli e elementos portistas, tendo Rúben Dias entrado em forte discussão com Francesco Farioli e elementos da comitiva dos dragões. A intervenção da equipa de segurança e do árbitro Szymon Marciniak foi mesmo necessária para evitar males maiores.
Maresca desvaloriza e aponta o dedo aos dragões
Confrontado na conferência de imprensa com o envolvimento do capitão dos citizens no desentendimento, o técnico italiano não hesitou em fazer um paralelismo entre o comportamento das duas equipas técnicas ao longo de todo o encontro.
«Podem perguntar o que quiserem, mas quantas vezes me viram a mim, ou ao meu banco, ou aos rapazes que trabalham comigo, a levantar-se do banco? Zero, durante 95 minutos. Quantas vezes viram o banco deles?», atirou o técnico do Manchester City, vincando a serenidade que diz ter mantido perante a agitação permanente do lado portista.
Conversa pendente com o capitão
Apesar de defender a postura global da sua equipa e desvalorizar a dimensão do incidente, o treinador italiano admitiu que falará com o internacional português sobre o sucedido: «Provavelmente vou falar com o Rúben mais tarde.»
Dentro das quatro linhas, um bis de Erling Haaland bastou para ditar as regras e sentenciar a vitória dos ingleses no Dragão, mas a batalha de bastidores promete continuar a fazer correr muita tinta nesta caminhada milionária.
Redigido com apoio de IA · revisto pela redacção do Super Portistas
Em resposta a
Em resposta a
Em resposta a