Villas-Boas fecha a porta por Diogo Costa e avisa sobre Froholdt: «A loja do FC Porto é sempre cara»
A reta final do mercado de transferências costuma trazer vertigens e no FC Porto a ordem é clara: manter a espinha dorsal intacta e só mexer cirurgicamente se as oportunidades forem mesmo vantajosas. À margem do sorteio da fase de liga da Liga dos Campeões, no Mónaco, André Villas-Boas abordou as movimentações dos dragões e deixou avisos contundentes à concorrência europeia quanto a duas figuras do balneário: Diogo Costa e Victor Froholdt.
Capitão blindado e joia bem cotada
Confrontado com o assédio e a cobiça sobre os principais valores do plantel, o presidente portista não hesitou ao falar do guardião e do médio dinamarquês. Sobre Diogo Costa, a resposta foi categórica e não deu margem para especulações: «O Diogo é nosso capitão e não podemos abdicar dele de forma alguma».
Já em relação a Victor Froholdt, o líder azul e branco fez questão de lembrar o estatuto crescente do jovem jogador e vincar a postura negocial firme do clube. «O Victor foi um jogador que se ambientou como nunca ao FC Porto e é um dos melhores ativos do clube. Está no top-10 do Golden Boy e a loja do FC Porto é sempre cara», atirou Villas-Boas, deixando claro que ninguém sai do Dragão a preço de saldo.
Janela aberta para retocar lacunas
Apesar da prioridade em segurar as referências, o presidente dos dragões admitiu que a estrutura continua atenta ao mercado para tentar suprir algumas carências identificadas pela equipa técnica.
«Acho que há coisas que podemos tentar fazer, o treinador também gostava de fazê-las. O mercado pode oscilar muito nos últimos dias. Temos uma equipa bastante equilibrada, com uma ou outra lacuna, nas quais queremos intervir se o mercado o permitir», explicou. Villas-Boas confirmou ainda contactos em curso: «Ainda não fechou, estamos a falar com alguns clubes por alguns jogadores. O objetivo será sempre reforçar a equipa».
Redigido com apoio de IA · revisto pela redacção do Super Portistas
Em resposta a
Em resposta a
Em resposta a