Boa notícia para o FC Porto: a maratona de Inbeom Hwang na Coreia do Sul vai ter menos desgaste
As pausas para as seleções costumam ser uma verdadeira dor de cabeça para os treinadores de clubes europeus, sobretudo quando entram em equação viagens intercontinentais e fusos horários violentos. No caso de Inbeom Hwang, a chamada à seleção da Coreia do Sul obrigará o médio a cruzar meio mundo, mas há um pormenor no calendário que dá algum descanso aos dragões: toda a maratona de quatro jogos será disputada sem sair de solo sul-coreano.
Concentração na capital poupa pernas
O camisola 16 portista foi convocado para uma série invulgarmente cheia de quatro encontros particulares. O arranque dá-se a 24 de setembro frente ao Equador, em Suwon, seguindo-se o duelo com o Uruguai a 28 de setembro, em Seul. Mais tarde, a 2 de outubro, a equipa asiática defronta a Venezuela em Ulsan e encerra a janela diante do Uzbequistão, a 6 de outubro, em Yongin.
A grande vantagem para o médio de 29 anos está na geografia. Três dos quatro palcos — Suwon, Seul e Yongin — ficam na cintura alargada da capital. Suwon situa-se a apenas 35 quilómetros do coração de Seul e Yongin a cerca de 45 quilómetros, distâncias que se cobrem em viagens rodoviárias de 30 a 40 minutos. O único verdadeiro contratempo logístico é a descida ao sudeste para jogar em Ulsan, a sensivelmente 350 quilómetros da capital, trajeto que ainda assim pode ser encurtado para cerca de duas horas caso seja feito através do comboio de alta velocidade.
Contrarrelógio apertado a pensar no Marítimo
Ainda que o desgaste dentro de campo exista, o facto de Hwang não ter de apanhar voos internacionais entre partidas atenua significativamente o impacto acumulado. A verdadeira corrida contra o tempo começará assim que soar o apito final do jogo com os uzbeques, no dia 6 de outubro.
Com a deslocação do FC Porto aos Barreiros para defrontar o Marítimo agendada para 10 de outubro, o sul-coreano terá uma janela de apenas quatro dias para completar o regresso a Portugal, combater o jet lag e colocar-se às ordens da equipa técnica azul e branca. Cada quilómetro poupado no país natal valerá ouro para o rendimento do médio no regresso à competição nacional.
Redigido com apoio de IA · revisto pela redacção do Super Portistas
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