Diogo Costa em Aberto no FC Porto e Explica Recusa da Camisola 2 Antes da Supertaça
Diogo Costa, guarda-redes internacional português e capitão do FC Porto, abordou a sua situação contratual e a recusa em envergar a camisola número 2 numa entrevista concedida à RTP, antes da disputa da Supertaça Cândido de Oliveira. O jogador não assegurou a sua permanência no clube, apesar de se sentir feliz no Dragão.
A Supertaça Cândido de Oliveira de 2026, que marca o arranque oficial da temporada 2026/2027, será disputada no sábado, 1 de agosto, às 20h15, no Estádio Cidade de Coimbra. O FC Porto, campeão nacional, defrontará o Torreense, vencedor da Taça de Portugal, num jogo com transmissão em direto na RTP.
Questionado sobre a possibilidade de os próximos jogos serem os últimos ao serviço dos ‘dragões’, Diogo Costa afirmou que, embora seja feliz no clube e deseje continuar a conquistar títulos, a vida de um jogador profissional é incerta e não pode prometer a sua continuidade até ao fecho da janela de transferências. O guarda-redes, que regressou aos treinos a 29 de julho de 2026 após a sua participação no Mundial 2026 e um período de férias, é esperado como titular na Supertaça, especialmente devido à lesão muscular de Cláudio Ramos.
Relativamente à camisola número 2, Diogo Costa revelou ter rejeitado o desafio lançado pelo presidente André Villas-Boas para a envergar, numa homenagem a figuras históricas do clube como Jorge Costa e João Pinto. O guarda-redes explicou que a sua decisão se prende com o desejo de “seguir o seu próprio caminho”, mantendo o número 99, que usa desde a sua promoção à equipa principal e que foi também utilizado pelo seu ídolo Vítor Baía. Alguns analistas sugerem que a recusa poderá estar ligada a uma eventual saída do clube, uma vez que aceitar o número poderia implicar um compromisso que o jogador não estaria disposto a assumir neste momento.
Diogo Costa renovou o seu contrato com o FC Porto a 23 de dezembro de 2025, estendendo o vínculo até 2030. A sua cláusula de rescisão foi ajustada de 75 milhões de euros para 60 milhões de euros. Apesar do interesse de clubes europeus como Bayern de Munique, Paris Saint-Germain e Chelsea, até ao momento, não foram apresentadas propostas oficiais ao FC Porto.
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